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O elo perfeito: Vidro & Arquitetura & Neurociência

dezembro 22, 2012 Deixe seu comentário »
O elo perfeito: Vidro & Arquitetura & Neurociência

A união do útil ao agradável seria a explicação pertinente à presença do vidro na arquitetura e na neurociência.

Vidro & Arquitetura Por ser reciclável, não tóxico, inerte e transparente, o vidro é o material mais sustentável existente. Em breve resumo, a integração deste material na arquitetura começou nos anos 20 através dos arquitetos responsáveis pelo Movimento Moderno Walter Gropius e Le Corbusier, este último inspirou Niemeyer e Lucio Costa no Brasil em meados dos anos 40 pelo seu principio de estrutura livre que permite iluminar os espaços por causa do desenvolvimento do concreto armado com a cortina de vidro. Um exemplo concreto é a obra de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, o Palácio Gustavo Capanema, sede do Ministério da Educação e Cultura (projetado em 1936 e inaugurado em 1945) com sua fachada inteira de vidro.

Segundo estudos sobre os chamados edifícios sustentáveis ou verdes, onde vidro é utilizado possibilitando a iluminação natural, seu beneficiamento afeta a economia, o bom rendimento e a melhor qualidade de vida e saúde de seus ocupantes. Por exemplo, nos escritórios neste tipo de edifício a produção aumenta até 16%, as vendas em até 40% e os estudos melhoram consideravelmente.

Objetivando desenvolver métodos, experimentos e instrumentos para comprovar, medir e interpretar a influência dos ambientes construídos sobre os seres humanos, a neurociência trabalha em conjunto com a arquitetura.

Vidro & Arquitetura II

Portanto os arquitetos estão conscientes em projetar um ambiente que suprirá a necessidade física, psicológica e emocional do usuário deste espaço.  Na figura acima, o quarto desenvolvido para o público idoso utilizando a forma agradável de janelas de vidro obtendo o máximo de luz natural.

 

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